Cada chip entra na operação como número novo. Antes de disparar qualquer campanha, ele passa 30 dias rodando um personagem humano. Tudo isso é controlado por I.A.
A I.A. opera o número 24 horas. Ela age como se fosse a pessoa real por trás do chip.
O chip não começa falando muito. A I.A. sobe o ritmo em escada para não parecer spike.
O chip roda entre celulares para diluir o IMEI. A operação nunca depende de um aparelho só.
O script da esteira foi escrito para não levantar alerta na Meta. Há coisas que o chip não faz.
O chip não vai para a fila comercial por calendário. Ele vai quando atinge os critérios da esteira.
A operação inteira enxerga o chip novo. Nada fica escondido em planilha.
O que o chip atravessa em cada semana até virar ativo.
Quando o chip termina a maturação ele entra na fila comercial. A partir daí a operação segue três regras duras. Cadência. IP. Monitoramento.
O sistema segura o ritmo do envio. O mesmo chip nunca dispara duas mensagens em menos de 90 segundos.
O IP que a Meta enxerga no envio é o IP real do chip. Não é proxy nem VPS.
A campanha é quebrada em tarefas pequenas. Cada tarefa cai num chip e vai quando a cadência libera.
O painel lê cada chip a cada poucos segundos. Nada depende de relatório manual.
Os experts não compartilham bloco. Cada um opera num ambiente fechado dos outros.
A gestão olha poucos números por dia. O resto fica nos logs para auditoria.
Este é o fluxo lógico exato. Detecção. Alerta. Swap físico. Registro. Retomada. Tudo em menos de 3 minutos.
Nem toda queda é igual. O sistema classifica para o operador agir certo.
Tempo entre o alerta no painel e o chip reserva ativo no bloco.
Informações diretas para agir rápido e resolver o incidente.
5 pontos que precisamos definir antes do deploy. O que não tiver definido ainda pode ser discutido no kickoff.